Editorial
* Para acompanhar o lançamento dos próximos números da Palavril, envie um email para: palavril@yahoo.com.br
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* fotos e texto: Julio Ferretti
Da passarela e aproximando temos esse ângulo o que é interessante para caso alguém queira fazer um destaque maior do santuário.
A parte de trás dela também é interessante para efeitos de comparação de tamanho com as pessoas comuns.
Dentro dela temos lugares ótimos para fotos inclusive alguns já foram utilizados em livros como a Capela das Velas.
Se buscarmos algo mais, encontraremos imagens assim.
Escondida perto da Capela das Velas tem uma estátua representando a Pietá lindíssima que tem uma iluminação muito interessante.
Se aproximarmos uma parte dela.
Também podemos conseguir boas imagens como essa em contra luz da lateral.
Como se estivesse perdida na frente da basílica fica essa pequena imagem que dependendo do ângulo, nos reserva fotos interessantes.
E, para finalizar, o morro do cruzeiro.
Aparecida do Norte ainda tem muito a se explorar, o centro de romeiros, capela dos milagres, a vista de dentro da torre da basílica, a basílica velha (que no momento está em restauração). Não faltam lugares para conhecer dentro da cidade. Apenas precisar ter paciência e um bom fôlego para andar a cidade. Tentei mostrar em algumas fotos que um lugar que parece ter apenas uma igreja pode ser explorado de diversas formas rendendo imagens que apesar de simples transmitem grande emoção.
* fotos e texto: Carlo De Luca
Venho por meio desta comunicar o início de minha infelicidade. Que fique registrado que há pouco me considerava longe de miserável. Não muito perto do êxtase total, porém mais alegre do que me considero hoje. Até aqui meus sentimentos ordinariamente especiais ainda não haviam me escapado. Porém de súbito não sinto mais a capacidade de amar ou ser amada.Até a presente data as pequenas coisas faziam uma diferença para a minha pessoa. Hoje posso ver como é plena a falta da frivolidade em minha vida. O foco se torna ainda mais claro de meus deveres e obras a serem executadas. O amor abandona meu corpo, não, não é meu coração. Meus amores me tomavam, tremelicavam, tamborilavam. Eram amores tremores.Não acredito se tratar de uma fase, e sim do encontro com a vida, vista por todos como fonte mor da infelicidade geral. O mundo real me apresenta a infelicidade: um prato azedo com uma conta que assino sem prazer nem culpa, apenas o dever. Percebo neste momento que tudo que vivi de feliz foi o suficiente. Devo estar grata pelos momentos em que não percebi quão breve seria. Muito pouco tempo depois encontrei o vazio que hoje me preenche.De crise em crise existencial tentava descobrir o que me fazia triste, sem saber que não era tristeza, era apenas insatisfação. As dúvidas me faziam mais confusa, porém nunca menos feliz. Tentativas vãs de destaque pessoal me mostraram que eu só queria ser igual a todos. Não pelo que visto, não pelo que minto, não pelo o eu sei, apenas pelo que sinto. E sendo infeliz posso afirmar: hoje me sinto normal.
* fotos e textos: Tainá Del Negri